http-equiv=’refresh’ content=’0; Boulevard of Ideas: Whitesnake e Aerosmith na Apoteose

sábado, 19 de outubro de 2013

Whitesnake e Aerosmith na Apoteose

Olá para você que ainda me lê (sobrou algum leitor? Espero que sim...),

Quanto tempo! Esse blog anda mais parado que a vida noturna em Petrópolis... Falando nisso, olha só minha crônica sobre esta pacata e amada cidade que habito. (Um jeito sutil de fazer propaganda...)

Na verdade, tenho me aventurado a escrever sobre a minha cidade, e além da vida noturna daqui, já falei também sobre O que é ser petropolitano,  Andar de ônibus e Cinema dublado. Se você é petropolitano, pode ser que se identifique; e caso não seja e tenha curiosidade, ou esteja sem o que fazer e quer ler um texto ótimo, leia =D

Nesse tempinho escrevi duas resenhas literárias para o Indique um livro, que é um site bem legal e com visões diferentes dos leitores sobre diversas obras. Falei sobre Morte Súbita da J.K. Rowling e A vingança veste Prada, da Lauren Weisberger.

A Revoltadinha comentou sobre a nova temporada de American Horror Story, falou sobre o Politicamente correto e a geração bundona e palpitou sobre essa obrigação chata das pessoas quererem opinar sobre tudo e acabarem falando besteira...

Mas vamos ao assunto de hoje que é: mais shows.



Nesse final de semana, finalmente consegui ver meu babuíno querido. Depois de um tempinho só vindo ao Brasil para shows em outros estados, o Aerosmith finalmente se apresentou no Rio, após quase 20 anos, com direito a um setlist recheado de sucessos (aprende com quem sabe, Bon Jovi!), muitas caras e bocas, mostrar a genitália, dar beijões (se bem que com aquela boca, ele a engoliu praticamente) numa fã que subiu no palco (Billie Joe, Bon Jovi, Steven Tyler... e nunca sou eu no palco #chateada) e se enrolar com a bandeira do Brasil (mas não disse "eu te amo", pelo menos é sincero!), Steven Tyler é definitivamente o melhor frontman que já tive a chance de ver ao vivo.

Com óculos a la "diva que não quer ser fotografada quando sai na rua", uma calça justa e estampada, uma regata preta de babados, um sobretudo espalhafatoso, brincos e unhas pintadas, Steven poderia muito bem ser aquela tia maluca e perua que as pessoas apontam na rua, mas ele é simplesmente o vocalista de uma das melhores bandas de rock ainda em atividade. Eles sobem no palco e esculacham. Tentar definir um show do Aerosmith é reunir todos os clichês, porque eu vou ter que falar que é eletrizante, que ninguém fica parado, que você "lava a alma", e blábláblá.

Ao ouvir Cryin', Jaded, I don't wanna miss a thing, What it takes e Crazy, dá até vontade de se apaixonar e/ou levar um pé no bunda só p/ compartilhar do sentimento que ele coloca em cada nota. U-A-U, acabo de me superar na pieguice e rasgação de seda!  Essas derrubam até os rockeiros mais badasses que só faltam fazer coraçõezinhos com as mãos de emoção.

Dude (looks like a lady), Love in an elevator, Livin' on the edge e Janie's got a gun foram um show à parte, que ajudaram a equilibrar muito bem a playlist com as baladas mencionadas. E claro, não posso deixar de mencionar a amada Dream On, com Tyler no piano.

Também não poderia deixar de falar que o tio David Coverdale sensualizou com a camisa aberta até o meio do peito e que mesmo com o temporal, não teve medo de pegar uma pneumonia, que é perigosa nessa idade fez um breve show de uma hora só com sucessos do Whitesnake. Assim como Steven Tyler, ele mantém o visual de tia maluca dos anos 70, além de mostrar que os sessentões estão em melhor forma do que muitos novinhos por aí.

Enquanto essas bandas estiverem em atividade, o ROCK não vai morrer. Então, vida longa a eles! Voltem sempre!

Até a próxima ;*



Um comentário:

  1. Esse show foi um dos mais legais mesmo! Steve Tyler é o velho mais doido e mais legal que eu já vi hahahahaha

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