http-equiv=’refresh’ content=’0; Boulevard of Ideas: Outubro 2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dia Nacional do Livro

Olá,

como hoje é o dia nacional do livro, vou aproveitar o tema para atualizar essa budega falando mais uma vez deste tema que eu adoro =D

Já falei aqui:

- de autores que eu adoro como as irmãs Brönte, Shakespeare e Allan Poe;

- de livros que você deveria ler, indo de Gatsby a The Walking Dead;

- do sucesso da trilogia de Jogos Vorazes;

- da minha paixão por Pocket book;

- de Um Dia do David Nichols;

- dos piores livros que já li;

- do que um beatlemaníaco gosta de ler;

- de literatura em quadrinhos;

- de autores como Kate Morton, Heather Gudenkauf, Amy Mackinnon, David Comfort, Brunonia Barry e James Dashner;

- sobre a Trilogia Millenium;

- sobre A Hospedeira, o outro livro da Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo.

Mas ainda não falei (aliás, já até falei nos primórdios desse blog e provavelmente ninguém leu ou lembra) de livros que marcaram minha infância, e que foram de suma importância, pois foram graças a eles que a literatura se tornou a minha grande paixão.

Menina Nina - Duas razões para não chorar

Mesmo dando duas razões para não chorar, não tem uma vez que eu não chore ao ler esse livro. Ziraldo o escreveu para sua neta, quando sua mulher morreu, então este é de longe a obra mais emotiva do autor de O menino maluquinho.

"Portanto, não chore mais e vá dormir, minha querida. Dos dois jeitos desse adeus é que a gente inventa a vida".

Para se ler incontáveis vezes ao longo da vida, lindo livro!

A marca de uma lágrima

Pedro Bandeira é fantástico. Sério. Nunca li um livro dele que fosse ruim. Neste, Isabel testemunha a morte da diretora da sua escola e se sente ameaçada. Foi um dos primeiros livros que me instigou, pois não consegui parar de ler enquanto não descobri o assassino e além desse 'suspense', Isabel nos cativa por ser apaixonada por Cristiano, namorado de sua melhor amiga, e escrever poesias para ajudar no namoro dos dois. Uma gracinha!

Rumpelstiltskin

Nada de Branca de Neve e Cinderela, meu conto preferido dos irmãos Grimm é Rumpelstiltskin, que pelo nome quase impronunciável, foi a história que mais me chamou a atenção. Se você não conhece, eis a sinopse do skoob:

Para impressionar o Rei , com o objetivo de fazer o príncipe casar com a sua filha, um moleiro bastante pobre mente e diz que ela é capaz de fiar palha e transforma-la em ouro. O Rei chama a moça, fecha-a numa torre com palha e uma roda de fiar, e exige-lhe que ela transforme a palha em ouro até de manhã, durante três noites, ou será executada. Algumas versões dizem que, se ela falhasse, seria empalada e depois cortada em pedaços como um porco, enquanto outras não são tão gráficas e dizem que a moça ficaria fechada na torre para sempre. Ela já tinha perdido toda a esperança, quando aparece um duende no quarto e transforma toda a palha em ouro em troca do seu colar; na noite seguinte, pede-lhe o seu anel. Na terceira noite, quando ela não tinha nada para lhe dar, o duende cumpre a sua função em troca do primeiro filho que a moça desse à luz...

O protagonista da história é o vilão, então a história foge um pouco da chatice repetitiva que são os 'contos de fada'. Vale muito a pena ler ;D

Bom, agora digam vocês, quais livros marcaram sua infância?



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A sabedoria nas tirinhas de Peanuts

Hello,

a minha intenção era de que o meu próximo post (ou seja, este) fosse sobre The Casual Vacancy, o novo livro da J. K. Rowling, mas ainda não cheguei nem na metade. Infelizmente, ele não prende a atenção como o nosso queridinho Harry Potter. Aliás, vou tentar evitar comparações, porque as histórias são totalmente opostas e pode ser que esta melhore muito ainda, mas por enquanto não é mais do que 'ok'.

Por outo lado, li A vida segundo Peanuts em 15 minutinhos e quis compartilhar com vocês algumas sabedorias presentes no livro =D

Embora, creio eu, todos saibam isso, Peanuts era uma tira de jornal escrita e desenhada por Charles Schulz que foi publicada durante 50 anos e, ainda hoje é republicada em milhares de publicações no mundo todo.

Personagens como Snoopy, Charlie Brown, Linus e Lucy acabaram 'caindo nas graças' do público com suas falas espirituosas e porque não filosóficas e são um sucesso até hoje vide milhares de compartilhamentos no facebook diariamente.

Na verdade, acho que muitas não passam de lugares-comuns com personagens fofos, mas vamos lá:

"Dizem que, se você se tornar uma pessoa melhor, vai ter uma vida melhor..." - Charlie Brown

Não necessariamente né, a vida também ensina que bonzinho só se f***

"Melhor viver um dia como leão do que uma década como ovelha" - Snoopy

"Se todos concordassem comigo, todos teriam razão!" - Lucy

"'Tudo está bem'... Essa é a minha filosofia..." - Sally

"Se você quer uma coisa bem feita, faça você mesmo!" - Snoopy

"Ora, daqui p/ frente, Linus, pense por si só... Não aceite conselhos de ninguém!" - Charlie Brown

O velho clichê de que se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia..

"Quem se importa com o que os outros pensam?" - Sally

"Não se dá p/ acreditar em tudo o que se ouve por aí, sabe..." - Schroeder

"Quando você recebe um elogio, tudo o que precisa dizer é 'obrigado'". - resposta de uma colega de classe a Rerun

"Tentar evitar as coisa ruins da vida é um grande erro... Mas eu estou começando a pensar a respeito..." - Charlie Brown

"Não faz sentido latir tanto se na verdade você não tem nada a dizer" - Snoopy

"Eu percebi que, quando você tenta bater em alguém, existe a tendência de essa pessoa batr em você de volta" - Charlie Brown

"Nunca aceite um conselho que você seja capaz de entender... Não tem como ser coisa boa!" - Lucy

"É incrível como a pessoa fica idiota quando está apaixonada..." - Lucy

"Amar é não saber do que você está falando" - Lucy

"Um cachorro-quente não tem o mesmo gosto sem um jogo de beisebol na frente!" - Charlie Brown

"A vida tem dias de sol e de chuva, senhor... Dias e noites... Picos e vales..." - Marcie

E p/ encerrar...

"O livro da vida não tem respostas no final!" - Charlie Brown



domingo, 7 de outubro de 2012

Evanescence in Rio



Olá,

como de costume, nesse mês fui a mais um show na HSBC Arena, dessa vez fui ver o Evanescence, com abertura do The Used.

The Used p/ quem não lembra, foi uma das primeiras bandas emo/screamo sei lá a nomenclatura que usam, ou seja, caras que abusam do lápis de olho, com cabelo comprido e cara de maluco tipo Ozzy, mas com voz de Pierrer Bouvier (do Simple Plan)a surgir em 2001.

Eu não lembrava deles até ouvir The taste of ink que era a única que eu conhecia, o resto eu fiquei na dúvida porque eram todas iguais.

Embora tivesse uma galerinha pulando e dando uma moral para uma banda decadente, a pose do vocalista não ajudava. Na boa, beber água e ficar cuspindo na galera é nojento e nada mais. Não é 'atitude rock n' roll', é uma pose escrota que recebeu umas vaias bem merecidas (mas não sei se o vocalista chegou a ouvir). Felizmente o show foi curto, menos de 1h.


Eu tinha 13/14 anos quando o Evanescence lançou Fallen e conquistou a fama mundial. Como toda jovem confusa que se deixa fascinar facilmente por qualquer coisa diferente, no caso, uma banda muito diferente do que eu estava acostumada a ouvir até então, achei incrível uma mulher liderar uma banda de metal alternativo (?) e ser tão afinada. Desde então, ouvia direto Going under, Bring me to life, Everybody's Fool e My immortal.

Logo, ir ao show de uma banda que vc escuta desde a adolescência, não deixa de ter uma 'carga nostálgica' muito grande, o que só torna o show mais especial (pelo menos comigo é assim).

Particularmente, o último álbum da banda eu achei o melhor e ter visto a performance deles no Rock in Rio pela TV só aumentou minha vontade de vê-los ao vivo.

A essa altura, você já deve estar pensando 'Ninguém se importa. Cala a boca e fala logo sobre o show'.

Como de costume, Amy Lee abriu o show com What you want, com Going under, The other side, Weight of the world e Made of stone na sequência.

Depois ela se senta ao piano para cantar Lithium, Lost in Paradise e My heart is broken. O mais impressionante é que ao vivo ela é tão afinada quanto nas gravações, e quem conhece a banda sabe que cada música exige um baita fôlego, mas ela tira de letra e sai muito naturalmente.

Continuando, Amy canta Oceans, The Change, Lacrymosa, Call Me When You're Sober, Imaginary e a queridinha Bring Me to Life.

No bis, Amy Lee fala que como o Brasil sempre foi um grande público desde o início da carreira, não haveria lugar melhor no mundo para tocar uma música inédita. Eu acho que o artista realmente pensa que os fãs vão se sentir presenteados por isso, mas na boa, quando ela disse isso eu pensei "ahhhh pqp, aposto que ela vai deixar de tocar uma que eu adoro, logo p/ cantar essa que ninguém conhece ¬¬" e não deu outra. Ela deixou de cantar Disappear p/ cantar If you don't mind. Logo depois ela se senta ao piano para encerrar com a música mais bonita e mais cantada, My immortal que teve direito a chuva de prata quando a banda entra p/ tocar com ela. Foi muito bonito.

O show foi muito bom, mas como ela deixa de cantar Sweet Sacrifice!?!?! Podia ter cantado essa no lugar de Whisper, mas como não existe setlist 100% perfeito p/ quem é fã, sempre fica faltando alguma, mas valeu do mesmo jeito.


Que venha o Kiss agora!