http-equiv=’refresh’ content=’0; Boulevard of Ideas: Agosto 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

"Um dia" - David Nicholls

A literatura hoje em dia é controversa. Todos os dias surgem vários autores novos com milhares de histórias parecidas, um tentando ser mais original que o outro, mas caindo sempre no lugar-comum. Quando um finalmente se destaca, é automaticamente amado e idolatrado por milhões e odiado e julgado por outros milhões. Como foi o caso de Harry Potter da J.K. Rowling que foi alvo das mais diversas injúrias ao atingir o topo, e mais recentemente foi o caso da Sthephenie Meyer e sua saga Crepúsculo.

“Ahhh que coisa ridícula vampiro que brilha”, “Vampiro vegetariano? AFZ” dentre outras exclamações rabugentas... Se você leu e não gostou, tudo bem. Você tem todo o direito. Agora, se você não leu e critica, você só está seguindo a modinha de “odiar Crepúsculo” porque soa tão inteligente e cool falar mal do que a gente não conhece, né?

A essa altura vocês estão pensando que eu sou fã da saga e confesso que gostei muito mesmo. Por que? Ela foi criativa o suficiente para criar um mundo totalmente novo para personagens tão batidos como os vampiros. No mundo DELA, eles conseguem amar, brilhar, não matar, etc. Acho que essa é a beleza da literatura: permitir que cada autor crie o mundo que ele quiser. Dane-se se os vampiros são sanguinários e tarados, no livro dela, ela fez diferente. Se você gosta ou não, aí vai de cada um. É essa (por que não chamar de) audácia e criatividade que eu admiro nos livros dela. Além da narrativa que é muito gostosa. Quando você se dá conta, você já leu mais da metade do livro... E quer mérito maior do que ela e tantas outras autoras tem que é conseguir fazer as crianças se interessarem por literatura? Os pequenos estão lendo livros de mais de 500 páginas por vontade própria e estão criando o gosto por esse universo fascinante. Hoje elas leem Crepúsculo, amanhã elas leem Bram Stoker.

Esse discurso todo é só para mostrar minha indignação quando falam que certos livros não são literatura. SÃO SIM!

E por falar em bons livros, para vocês que sempre me pedem uma recomendação, hoje eu vou falar de “Um dia”, do David Nicholls.

Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro.
Os anos se passam e Dex e Emma levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.

Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Por que ler?

Porque é maravilhoso. Finalmente um romance que mostra o antes, o desenrolar e o depois. Estamos acostumados a ler romances épicos sobre a conquista para um final onde os mocinhos finalmente ficam juntos e “felizes para sempre”, ou seja, esses finais são sempre no momento inicial das relações onde tudo são flores e você realmente acredita que vai se sentir assim para sempre. Nesse livro, você acompanha a vida deles durante 20 anos, como que a vida pessoal e profissional vai mudando, e como o modo de pensar e as ideologias de cada um também. São nesses momentos que o livro nos faz refletir. É engraçado a identificação que rola no início do livro, ambos com vinte e poucos anos (eu tenho 20) e como eles pensam e agem. Quando eu tiver 30, eu provavelmente vou me identificar com a metade do livro, e com 40, com o final. É um livro para se ter e ser relido várias e várias vezes. É clichê, mas você vai rir e se emocionar ;D

Bom gente, é isso..

Bjsss

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Séries que deixaram perguntas no ar

Olá,

Eu não sei o sentido da vida, não sei qual a razão de estarmos aqui e da onde surgiu isso tudo e nem sei se um dia vou saber, mas há algumas perguntas que eu quero muito saber a resposta. Não estou falando de indagações filosóficas, estou falando de questões simples com o destino de alguns personagens. É... vocês acharam que esse post seria “cabeça”, mas não.. Como muitas pessoas, eu também sou viciada em séries, mas acho que sou um pouco pé frio, porque boa parte das séries que eu começo a assistir são canceladas e embora sejam séries que 90% das pessoas nem nunca ouviram falar, seus personagens tinham um público (eu e mais meia dúzia) e acho super injusto deixarem finais em aberto porque a série não deu certo. Poxa, e eu que acompanhei? Eu mereço respostas! Eis algumas que me deixaram com a pulga atrás da orelha até hoje...

Reunion

Sinopse: a história mostra o que ocorreu ao longo de vinte anos na vida dos amigos Samantha, Carla, Craig, Will, Aaron e Jenna. Cada episódio corresponde a um ano de suas vidas, começando a partir do ano de 1986 durante a graduação dos 6 amigos na cidade de Bedford, Nova York. Cada episódio também intercede com os momentos atuais, quando o Detetive Marjorino investiga a morte de um dos amigos no dia da festa de 20 anos de graduação, em 2006. QUEM MATOU A SAMANTHA E POR QUE?

Todo mundo morre de curiosidade p/ saber quem matou fulano (acompanhando ou não a novela). Então p/ vocês saberem como eu me sinto, é mais ou menos como vc acompanhar as novelas e não saber quem matou Odete Roitman, Lineu, Taís e a Norma!

Na wikipedia fala quem teria matado, mas o episódio não foi nem gravado... Não importa o que falem, nunca saberei!



Flash Forward

Sinopse: Um misterioso evento global faz com que todos ao redor do mundo desmaiem simultaneamente por 2 minutos e 17 segundos e muitos enxergam um relance das suas vidas seis meses no futuro a partir daquele momento. Quando todos acordam ficam surpresos com o que aconteceu. Estes "flashforwards" duraram 2 minutos e 17 segundos, enquanto aconteceram muitos morreram em acidentes envolvendo veículos, aviões, outros dispositivos que necessitavam de controle humano, queimados, afogados, entre outros tipos de incidentes.
Um agente do FBI que reside em Los Angeles, Mark Benford (interpretado por Joseph Fiennes) tenta descobrir o que exatamente aconteceu e por que aconteceu, através do Mosaico. Ele cria um banco de dados interpretando os flash forwards das pessoas ao redor do mundo tentando resolver esse mistério.

Além de mil perguntas que ficaram no ar, o Mark morre? O outro Flash Forward mostra um futuro daqui a quantos anos? Vai acontecer de novo?

Gravity

Sinopse: uma dramédia que explora as vidas de pessoas em uma terapia para sobreviventes de suicídio. A série, além de mostrar os problemas enfrentados pela vida, promete trazer esse tema diferente, da segunda chance de viver, literalmente. Estranhas conexões serão formadas quando esse grupo se encontrar, criando desafios e oportunidades enquanto eles tentam viver e amar novamente na cidade de New York.

A série era super diferente, e por ser drama com comédia, muitas vezes o tom cômico era um pouco de humor negro... Bom, no grupo de ajuda as pessoas vão se envolvendo e os protagonistas começam a namorar.

ATENÇÃO SPOILER!

A cena final é alguém dando um tiro e não mostra aonde! Não se sabe se a bala atingiu alguém; se atingiu, em quem foi e se a pessoa atingida morre ou não.


Bom, essas foram as que me frustraram.. Mas com certeza já aconteceu com vocês também.. fiquem a vontade para desabafar hahahaha

Só espero que não cancelem Pretty Little Liars, pq se eu não souber quem é a A e quem matou a Allyson DiLaurentis, eu não vou agüentar! hahahaha (e nem adianta me falar o final do livro, porque como todo mundo já sabe, espero que mudem.. Até pq o final da série foi mt imbecil!)

É isso..

Bjsss

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Os piores livros que eu já li

Olá,

primeiramente gostaria de agradecer a todos que participaram da promoção. Vocês lembraram de posts que nem eu lembrava xD A vencedora é a Lê Favero porque eu achei a resposta dela a mais criativa =) simples assim hahahaha Mas meus fieis leitores, não desanimem porque em breve eu posso fazer outra promoção ;D

Agora vamos ao post de hoje...


Não é sempre que a gente acerta a mão ao comprar um livro. Um autor renomado, uma capa atraente e uma sinopse envolvente são capazes de nos atrair tão facilmente (ok, parei de rimar, juro que não foi proposital) que acabamos comprando-os. Nas minhas milhares idas às livrarias, foram poucas as vezes em que fiquei descontente com um livro que parecia ser promissor (por serem best-sellers), porém eis os que me decepcionaram...

Obs: é um exagero falar que esses são os piores livros que eu já li, digamos apenas que não foram tão bons quanto eu esperava...

A estrada da noite – Joe Hill

Sinopse: A estrela de rock de meia-idade Jude Coyne coleciona objetos antigos mórbidos. Assim, ele não pensa duas vezes antes de comprar um paletó assombrado pelo fantasma do dono morto, publicado em um site de leilão online. Só depois que chega, Jude descobre que o paletó pertenceu a Craddock McDermott, o padrasto de uma das fãs descartadas por Coyne, e que o fantasma do velho homem é um espírito maligno determinado a matar Judas por vingança pelo suicídio de sua enteada. Jude e sua namorada caem na estrada numa tentativa de fugir do fantasma e encontrar um jeito de detê-lo.

- A história é parada e não prende tanto a atenção como a sinopse dá a entender. Aliás, tem capítulos dispensáveis. O filho do Stephen King conseguiu se consagrar com esse livro, sem usar o nome do pai e acredito que é um nome que ainda escutaremos muito. Porém, não acho que essa história seja tão boa quanto dizem que é. Só fui eu que achei o fantasma chato? Ele não faz (quase) nada e a justificativa para tal perseguição é fraca. Ao meu ver, o livro todo é uma grande metáfora para falar de fantasmas do passado de Jude que envolvem abusos e agressões, o que na minha opinião é um grande clichê. Não achei muito genial personificar os tormentos do passado de um protagonista autodestrutivo e fazer com que o persiga literalmente. Pelo visto, minha humilde opinião é compartilhada pela minoria, já que devido ao grande sucesso, a história vai virar filme..

Do Joe Hill, recomendo “Fantasmas do século XX” que é muito bom ;D

A conspiração franciscana – John Sack

Sinopse: Em 1230, a Ordem dos Franciscanos dissimulou os estigmas da pele de São Francisco de Assis e escondeu o lugar exato de sua tumba, que só seria descoberta 600 anos depois. Que segredo terrível e ameaçador a Igreja desejava ocultar? Pouco antes de morrer, frei Leo, um grande companheiro de São Francisco, escreve uma carta de despedida para seu amigo Conrad e esconde nos ornamentos do pergaminho uma mensagem que faz referência a acontecimentos misteriosos da vida do santo. Preocupado com as possíveis implicações políticas e religiosas da carta, Conrad abandona seu isolamento nas montanhas e atravessa a Itália para encontrar explicações. Que motivação estaria por trás da atitude de frei Leo? E por que mandara uma mensagem cifrada? Ao buscar respostas, Conrad descobre uma armação de altos membros do clero para proteger um segredo que poderia destruir a Ordem e abalar os alicerces da Igreja Católica, colocando em risco sua vida, seus votos e sua própria fé.

- O que me chamou a atenção na sinopse? Parece coisa do Dan Brown, provavelmente esse e muitos livros foram inspirados em “O código da Vinci”, porém diferente do Código, a Conspiração é longo e chato. O enredo vai se perdendo no meio do caminho e a leitura parece não acabar nunca. Quando finalmente você chega no final, eis um segredo nada satisfatório. Sei lá, estava esperando muito mais, embora o tal segredo faça sentido dentro de tudo que a looooooooooonga história conta. Acho que depois que você lê os livros do Dan Brown, todos os outros que prometem uma história no mesmo estilo vão te desapontar e acredito que foi isso que aconteceu comigo em relação a esse livro...

O guardião de memórias – Kim Edwards

Sinopse: Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu. Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.

- Um dos poucos casos em que o filme é melhor que o livro, e por que? Porque o filme é sucinto e conta o principal e essencial da história, não fica enrolando eternamente com lembranças do passado como o livro faz. O livro é chatíssimo, o que é uma pena porque a história é realmente bonita. Vejam o filme ;D

O vencedor está só – Paulo Coelho

Sinopse: A história se passa nas 24 horas de um dia no Festival de Cannes. Entre os personagens, um costureiro, uma modelo e um serial killer. Um thriller cuja ação se desenvolve em menos de 24 horas, e que se lê de um só fôlego.

-Uma coisa é fazer um livro policial. Outra coisa é fazer um livro mostrando quanto os valores da sociedade atual estão deturpados, e falar do culto às celebridades, do capitalismo, etc. Não coloque ambos no mesmo livro porque você perde o foco e deixa a história chata, como é o caso de “O vencedor está só”.

Escrito nas Estrelas – Sidney Sheldon

Sinopse: Lara Cameron é uma mulher moderna e visionária que, durante toda sua vida, trabalhou arduamente para erguer a Cameron Enterprises, um verdadeiro império no ramo imobiliário. Usando sua grande inteligência e capacidade de identificar as pessoas certas para ajudá-la a ultrapassar cada obstáculo, ela se tornou uma rainha em um universo tradicionalmente dominado por homens, conquistando assim fortuna e renome além de qualquer expectativa. Porém, um presente de glórias e sucesso oculta um passado sombrio e repleto de monstros que ameaçam retornar e destruir tudo que Lara construiu. Alguém planeja uma vingança que, se bem-sucedida, fará com que Lara perca não só sua reputação, como também o controle de seu império, ao qual ela dedicou toda a sua vida e muito de sua própria alma.

-Esse foi o primeiro livro do Sidney Sheldon que eu li, e ainda bem que não me deixei desanimar por ele, porque gosto tanto de suas histórias que já li sua obra toda. Podemos resumir a história em: construir prédios – ganhar dinheiro – perder tudo. Na verdade, os outros livros dele não são muito diferentes disso não, mas a protagonista desse não é tão foda (com o perdão da palavra) quanto às outras... Quem leu “Se houver amanhã”, por exemplo, sabe do que eu estou falando... A narrativa de “Escrito nas Estrelas” chega a ser cansativa algumas vezes, por isso que eu não recomendo porque qualquer outro livro dele é muito melhor ;D

É isso, gente...

Bjs

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Avril in Rio / Promoção Boulevard

Olá,

o Boulevard esteve em mais um show e vai contar p/ vocês como foi a apresentação da Avril Lavigne no Citibank Hall (RJ) e no final do post, tem mais uma promoção p/ vocês ;D



Muita gente não acreditou quando eu falei que ia no show da Avril Lavigne, mas eu fui! E querem saber? Foi bom demais!

Quando eu tinha meus 12 anos (Meu Deus, já faz tanto tempo assim?) uma garota de 17 anos que usava roupas largas e bancava a rebelde me chamou a atenção ao cantar “Sk8r Boy” e “Complicated”. Aliás, seu primeiro álbum, o Let Go, ainda é um dos meus preferidos, porque por mais que músicas sobre o universo adolescente sejam comuns, não há quem não se identifique nessa fase e a Avril (embora tenha cuspido p/ alto), nesta época era diferente de Britney, Christina, justamente pelo seu jeito moleque (não o grupo de pagode) de ser.

Foi nessa época que eu comecei a escutar mais músicas internacionais e abri mais a minha cabeça musicalmente. Eu usava aquele infame cordão de bolinha e usava lápis preto no olho e pensava que Avril Lavigne era rock n’ roll. Como toda pessoa de 12 anos, eu também era sem noção, mas essa é uma fase que a gente tem que passar para depois descobrir o que é música de verdade. Se hoje eu gosto de Aerosmith, Guns, Pink Floyd, Kiss, Bon Jovi e tantas outras bandas, foi porque eu comecei a ter curiosidade para descobrir esse gênero incrível nessa fase. E embora eu saiba que a Avril nunca foi rock (no máximo, pop rock), foi a vendo fazer o cover de Basket Case que eu conheci a minha banda preferida que é o Green Day.

Para relembrar essa fase da minha vida, eu tinha que escutar todas essas músicas que me acompanharam por anos, ao vivo. E quer saber mais? O novo cd dela, Goodbye Lullaby é ótimo! Há vestígios da fase pop dançante dela em “What the hell” e “Smile”, e as baladas “I love you”, “Everybody Hurts” e “Wish you were here” lembram aquela Avril meio “gótica” do Under my skin.

O cenário do show era bem simples, cortinas de veludo vermelho do chão ao teto criando um clima mais íntimo, a banda de apoio e o piano nas baladas como em “When you’re gone”, “Stop standing there” e ainda o cover do Coldplay, “Fix you”.

Avril não tentou falar nenhuma palavra em português, nem ao mesmo “obrigada” ou “olá”. Só falava os batidos “I love you, Rio”, “I love Braziiiiiiil” e esses clichês entre sorrisos forçados e uma simpatia forjada. Não me levem a mal, eu gosto das músicas dela, AMEI o show, mas não a acho nem um pouco carismática, embora seja inegável sua evolução artística no palco desde o início de sua carreira até agora. Quem viu o primeiro dvd dela, o “My World”, sabe bem do que eu tô falando. Eu levei um susto quando a escutei cantar ao vivo, porque era totalmente diferente do cd.. Já hoje, isso mudou.

P/ mim, um dos pontos altos do show foi quando ela cantou “Nobody’s home” que foi tão esperada e pedida pelo público além de “I’m with you”, “Wish you were here”, “Hot”, “When you’re gone”, “Sk8r Boy”, “My happy ending”, “He wasn’t”, “Don’t tell me” e lógico, “Complicated”, que foram as mais esperadas por mim.

Fui, cantei tudo que tinha direito e mais um pouco e me diverti demais. Então podem falar o que quiser, mas o que vale é que eu ADOREI!

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PROMOÇÃO BOULEVARD ;D

Quer ganhar a edição especial da Revista Rolling Stone "The Beatles - as 100 melhores canções" que ainda vem com uma camiseta?

Como a outra pergunta foi muito fácil e a Nathy acertou logo de cara, essa não tem resposta certa. O que vale é a criatividade e a assiduidade nesse blog. Ou seja, meus leitores mais fieis terão mais chances porque a pergunta é:

QUAL O SEU POST PREFERIDO DO BOULEVARD OF IDEAS E POR QUE?

A resposta mais criativa, ganha. Simples assim ;D

No próximo post eu anuncio o vencedor!

Beijinhos e participem ;D