http-equiv=’refresh’ content=’0; Boulevard of Ideas: Abril 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Nomes de Bandas

Olá,

Vocês já pararam p/ pensar da onde algumas bandas tiraram seus nomes? Tem uns nomes bem curiosos, então eu selecionei aqueles que achei a justificativa da escolha mais interessante, já que a maioria dos motivos p/s nomes de muitas bandas é que eles tinham um nome e depois tiveram que mudar por haver uma homônima, as justificativas a seguir são diferentes, pelo menos:



Doors, The (As Portas):
O nome The Doors veio de uma conversa de Jim Morrison com seu companheiro de quarto na UCLA. Discutindo nomes para uma imaginária banda de rock, eles concordaram que uma boa escolha seria Doors, que vem de um livro de Aldous Huxley, "The Doors of Perception", que por seu turno havia sido 'emprestado' do verso de um poema do artista e poeta do século XIX, William Blake: "If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is: infinite" (Se as portas da percepção fossem abertas, tupo apareceria como realmente é: infinito).



Pearl Jam - O vocalista, Eddie Vedder, numa brincadeira, disse ser uma homenagem a uma suposta geleia com poderes alucinógenos que sua avó, chamada Pearl, fazia.
Porém, o significado mais provável seria a de que Jeff Ament (o baixista), surgiu com esse nome depois de ter assistido uma apresentação do Sonic Youth e Crazy Horse, sem nenhuma relação com geleias.

-> Acho mais legal a hipótese da geleia com poderes alucinógenos



Duran Duran:
O baixista John Taylor nomeou a banda baseado num vilão interpretado por Milo O'Shea num filme de ficção científica de 1967 chamado Barbarella, estrelado pela atriz Jane Fonda. Taylor recorda: "Eu me lembro de ter assistido ao filme várias vezes. O filme era muito sensual e as palavras Duran Duran eram repetidas muitas vezes. Era o nome de um homem. No filme eles falavam: Barbarella...Você deve ir ao planeta Terra encontrar Duran Duran'. Seria esse o nome da minha banda".



Nickelback - Mike Kroeger (vocalista) sempre tinha que devolver uma moeda (nickel)
no seu trabalho numa cafeteria. Algo como "here's your nickel, back!" (aqui está sua moeda, de volta!), então juntaram as duas palavras e ficou Nickelback.



Blink-182: A princípio o nome era somente Blink, mas por terem sido ameaçados legalmente por uma banda irlandesa com o mesmo nome e para evitar um longo processo, eles adicionaram o número 182. Apesar dos membros da banda alegarem que escolheram um número aleatório, várias teorias foram criadas, entre elas: a de 182 seria o número de vezes que Al Pacino fala "fuck" em Scarface; o número do barco do avô do Mark (baixista e vocalista) na 2ª Guerra Mundial; a décima-oitava letra do alfabeto é R. A segunda é B. RB, ou Rancho Bernardino é onde Mark e Scott (1º baterista do Blink-182) moraram por anos; entre muitas outras.



Embora não seja o nome de uma banda, e sim o nome que Stefani tenha adotado, é interessante o porquê da escolha.

O produtor musical Rob Fusari comparou o estilo vocal dela com o de Freddie
Mercury (ex-vocalista do Queen) e a apelidou de Gaga por causa da canção "Radio Gaga", do Queen. Ela então passou a usar o apelido como nome artístico e ficou conhecida como a Lady Gaga.



"Eu estava em casa um dia pensando que o nome 'Crickets' seria um ótimo nome para uma banda inglesa. Foi aí que o nome 'beetles' veio à minha cabeça. Eu decidi que a escrita seria modificada para BEAtles a fim de se parecer com uma música beat, como uma brincadeira" - John Lennon.



Green Day - Antiga "Sweet Children", abandonaram esse nome para evitar confusão com
outra banda local "Sweet Baby" e adotaram o nome "Green Day", que é uma gíria que
significa deixar de fazer suas obrigações para ficar fumando maconha o dia todo, e como eles eram maconheiros na época (Billie Joe Armstrong, o vocalista, tinha o apelido de Billie one dollar, por vender maconha por one dollar), nada mais lógico do que adotar esse nome.



AC/DC:
Escolheram esse nome porque combinava com o som de "alta voltagem" da banda. "Tiramos o nome do aspirador de pó da minha irmã. A gente não tinha um nome para a banda e, na parte de trás do aparelho, havia uma chave escrito AC/DC (corrente alternada/ corrente contínua), com um pequeno raio desenhado. Como aquilo significava potência, resolvemos adotar o nome" - Angus Young, guitarrista.



Creedence Clearwater Revival:
"Tínhamos o nome de Golliwogs, um nome que havia sido imposto por nosso empresário. Nós conhecíamos um cara chamado Credence Newball e gostamos do nome, mas chegamos a conclusão de que se usássemos o nome dele, ele iria nos processar. Então não funcionou. Mas gostamos da ideia de "credence" (crença), por significar verdade e justiça, algo que nós como idealistas na época, nos identificávamos muito. Então acrescentamos a letra E no Credence para ficar totalmente diferente. Clearwater veio de um comercial da cerveja Olympia, que mostrava uma imagem de ventos indo e vindo, algo que possuía uma certa compatibilidade com o nosso ideal de ‘rumos abertos’. Revival era o renascimento de nós mesmos, nós não faríamos mais o que nosso empresário mandasse, nem o que não gostaríamos de fazer" - Doug Clifford, baterista.



New Order (Nova Ordem):
Depois do suicídio do vocalista Ian Curtis, os integrantes remanescentes do Joy Division decidiram continuar uma banda com um novo nome. Apesar de declararem que o nome se refere a uma nova fase para o grupo, alguns críticos acreditam que seja uma referência ao plano de Adolf Hitler de conquistar a Europa, ligado ao fato de que Joy Division é também um termo nazista.



The Ramones:
O ex-Beatle Paul McCartney costumava assinar seus registros em hotéis com o nome de Paul Ramone; Joe tirou daí a idéia.



U2:
Steve Rapid, vocalista de uma banda local chamada "Radiators" sugeriu o nome U2. Havia um avião de espionagem com esse nome, um submarino, e pilhas feitas pela Eveready, além das conotações de "you, too" e "you two" (você também), isso era interessante para a banda que procurava um nome ambíguo. Quanto ao vocalista, Bono foi inicialmente chamado Bonovox, por causa de uma loja de medicamentos para audição.

Espero que tenham gostado, eu acho esse tipo de coisa bem interessante...

Bom fds!

Bjss

domingo, 25 de abril de 2010

Antes de partir / Tinha que ser você

Olá,

domingo é dia de ficar com a bunda no sofá o dia inteiro, e ao invés de ver Pânico na TV (que já deu o que tinha que dar) ou o velho mais safadjenho da tv, Silvio Santos, resolvi assistir mais filmes hoje.



Sinopse: Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Submetido a um tratamento experimental para combater o câncer, ele se sente mal no trabalho e com isso é internado em um hospital. Logo passa a ter como companheiro de quarto Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. Edward deseja ter um quarto só para si mas, como sempre pregou que em seus hospitais todo quarto precisa ter dois leitos para que seja viável financeiramente, não pode ter seu desejo atendido pois isto afetaria a imagem de seus negócios. Edward também está com câncer e, após ser operado, descobre que tem poucos meses de vida. O mesmo acontece com Carter, que decide escrever a "lista da bota", algo que seu professor de filosofia na faculdade passou como trabalho muitas décadas atrás. A lista consiste em desejos que Carter deseja realizar antes de morrer. Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.

-> Qual o resultado quando se reúne 2 atores de alto nível num só filme? Excelência!
Jack Nicholson e Morgan Freeman se encontram no mesmo quarto, na mesma situação. Eles são totalmente opostos: o rico e o pobre, o solitário e o homem de família, o cético e o religioso. Mas possuem algum em comum: menos de 1 ano de vida. Saber que a morte se aproxima e que tem dia marcado p/ chegar muda as pessoas. Você pode escolher se render à tristeza e ceder mais cedo ou você pode escolher viver tudo que você não viveu numa vida inteira nesse pouco tempo que lhe resta, e eles escolhem viver. Antigos arrependimentos, sonhos antigos... eles vão vivenciar experiências emocionantes até seus últimos dias. A maior lição do filme é: não espere estar a beira da morte para viver tudo que você tem p/ viver. Tem uma cena no filme que eu achei sensacional, e é +/- assim:

O Edward está tentando convencer o Carter a viajar com ele p/ aproveitar os últimos meses, e numa cena anterior o Carter diz "45 anos passaram tão depressa" (ele diz isso ao lembrar do sonho que ele abandonou quando tinha 21 anos) e o Edward replica: "se 45 anos passaram tão rápido...", deixando implícito que se 45 anos passaram tão rápido, 1 ano (ou até menos) então seria um piscar de olhos quase que literalmente.

Essa mensagem pode ser até batida em alguns filmes, assim como já se tornou clichê o termo "Carpe Diem" (salve Sociedade dos Poetas Mortos!), mas ela não perde sua importância por isso. "Vamos viver tudo que há p/ viver, vamos nos permitir"!

Em suma, o filme é excelente e todos deveriam assistir ;D




Sinopse: Charlie Hudson (Michael Vartan), um ex-negociador da policia de Nova York, hospeda se com sua noiva Claire Parker (Joelle Carter) uma bem sucedida mulher de negócios, em um hotel próximo ao Central Park, para juntos, planejarem a festa do casamento. Mas quando uma inesperada oportunidade de negócios surge, Clarie viaja e o deixa só. Ao acaso, ele se encontra com Anna Penn (Natasha Henstridge), uma professora que assim como ele está no hotel acompanhada de seu noivo David Allen (David Healy), um executivo que não pode passar o fim de semana com ela para planejar o casamento. Sozinhos, Charlie e Anna terminam se apaixonando e passando os dias conversando com seus consultores e com seus melhores amigos. Dias que mudaram a vida de todos para sempre.

-> Sim, é um "girly movie". É uma boa comédia romântica que não deixa nada a dever à outras mais famosas. O ator francês (Mon Dieu! Je pense qu'il est tré beau xD) que conquistou muitas meninas em "Nunca fui beijada", interpreta novamente o mocinho lindo e romântico que a gente nunca vai encontrar na vida real. O final é bem bonitinho (como em toda comédia romântica) e é um ótimo filme p/ se ver numa tarde de domingo depois do almoço.

************************

Todo mundo já ficou com uma música na cabeça por um tempo indeterminado. Não tô falando de Rebolation, Créu, Tô nem aí e porcarias grudentas do tipo, e sim de músicas que você de fato sempre gostou, mas que de repente se tornam um vício, e você não consegue ficar um dia sem ouví-las. Eu particularmente, poderia dizer milhares de músicas que são assim comigo, e hoje eu vou postar a que não sai da minha cabeça atualmente.

Last Kiss (versão do Pearl Jam)

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven, so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

We were out on a date in my daddy's car,
we hadn't driven very far.
Up in the road, straight ahead,
a car was stalled, the engine was dead.
I couldn't stop, so I swerved to the right.
I'll never forget, the sound that night--
the screaming tires, the busting glass,
the painful scream that I-- heard last.

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven, so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

When I woke up, the rain was pouring down.
There were people standing all around.
Something warm flowing through my eyes,
but somehow I found my baby that night.
I lifted her head, she looked at me and said,
"Hold me darling just a little while."
I held her close, I kissed her--our last kiss.
I'd found the love that I knew I had missed.
Well now she's gone, even though I hold her tight.
I lost my love, my life-- that night.

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She's gone to heaven so I've got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

A música é de Wayne Cochran e foi escrita em 1962 (percebe-se que é dessa década ao ouví-la), mas alcançou um mair sucesso quando o Pearl Jam a lançou como single.

A voz meio rouca do Eddie Vedder se encaixou perfeitamente nessa música e o que eu mais gosto nela é que ela conta uma história que é triste e bonita ao mesmo tempo. É uma letra simples que diz tudo que precisa dizer sem ter que apelar p/ rimas desconexas só p/ encaixar no tempo e no ritmo.

Quem nunca ouviu, vale MUITO a pena ;D

Boa semana!

B-joks

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O Morro dos Ventos Uivantes

Olá,

primeiro de tudo, eu não consigo me conter então que partilhar com todos: GREEN DAY FINALMENTE VAI VIR P/ CÁ EM OUTUBRO!!!! Vocês devem estar pensando "que se dane", mas quem me conhece sabe o quanto eu esperei por isso, quantas vezes eu fiquei esperançosa (desde que eles lançaram o American Idiot em 2004) com rumores e nada se concretizava, mas segundo o http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/21693-green-day-pode-se-apresentar-no-brasil-em-outubro-deste-ano.html : A banda já assinou o contrato que garante os shows no país, mas nenhum outro detalhe, como datas e preços, ainda foi revelado. O mais importante já foi feito, pelo menos =)

Bom, vamos ao tema do post...




Uma vez que eu comecei a ler Shakespeare (um dia eu faço um post dedicado a ele), eu me apaixonei pela literatura inglesa, afinal não é qualquer país que é berço do dramaturgo de Stratford, Jane Austen, J.K. Rowling, Oscar Wilde, Sir Arthur Conan Doyle... e isso é só p/ citar alguns e claro, da brilhante, Emily Brontë (autora de O morro dos ventos uivantes).

Apenas com um livro escrito, Brontë marcou seu nome na literatura inglesa (e mundial também) com o inesquecível romance entre Heathcliff e Catherine. O famoso casal tornou-se a inspiração de vários escritores contemporâneos, incluindo Stephenie Meyer (autora da saga Crepúsculo). Como vocês podem perceber, na capa da edição mais nova desse livro, eles usam a frase "O livro preferido de Edward e Bella da série Crepúsculo" em vermelho e na capa para atrair o público mais jovem. Eu achei isso o cúmulo, pois o livro por si só é incrível e não precisa desse tipo de propaganda para atrair público, mas enfim, vamos a sinopse do livro (p/ quem não conhece):

Sinopse: Toda a história, com poucas exceções, é contada pela testemunha ocular de todos os acontecimentos, uma governanta chamada Ellen Dean, ao locatário da propriedade Thrushcross Grange, também traduzida como Granja da Cruz dos Tordos, em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra, enquanto este se encontrava adoentado.

No início da trama, o patriarca da família Earnshaw resolve fazer uma viagem e traz consigo um pequeno órfão, que todos acham ser um cigano, porém sua procedência não é revelada em hora alguma da narrativa, ao qual denominam Heathcliff. Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo, Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino. Sua irmã, Catherine, se afeiçoa por Heathcliff.

Quando o Sr. e a Sra. Earnshaw morrem, Hindley sujeita Heathcliff a várias humilhações. Este passa a ficar bruto e melancólico. Apesar do amor entre ele e Catherine, ela decide casar com Edgar Linton, por esse ter melhores condições de sustentá-la que Heathcliff.

Heathcliff sai do Morro dos Ventos Uivantes e, quando volta, está rico, chamando a atenção de Catherine e despertando ciúmes em seu marido. Catherine tem uma filha de Edgar e morre logo em seguida. Heathcliff resolve se vingar de Edgar e de Hindley.

Primeiro se casa com Isabella, irmã de Edgar. Logo após, Isabella se lamenta de ter casado com Heathcliff, abandona-o e tem um filho chamado Linton, enquanto está longe de seu marido. Hindley cai no vício do jogo e da bebida e perde todos os seus bens para ele. Hareton, filho de Hindley, consequentemente, fica sem herança - mas apesar disso, considera Heathcliff uma pessoa de alta moral, não permitindo que se fale mal de sua pessoa. Antes da morte de Edgar, Heathcliff casa Linton e Cathy (filha de Catherine e Edgar). Cathy descobre-se sem bens, quando seu marido Linton morre e Heathcliff apresenta um testamento onde seu filho lhe passava tudo quanto possuía. Pensando já ter se vingado, percebe nos últimos descendentes das casas da Granja da Cruz dos Tordos e do Morro dos Ventos Uivantes o olhar de seus antepassados e a paixão entre os dois, morrendo só em sua loucura e solidão. Como último desejo é enterrado junto com Catherine, seu grande amor. Deste dia em diante muitos juram ver sempre um casal vagando pelas charnecas do Morro.

-> O fato de não ser um romance meloso, com final feliz e com protagonistas que destoam do padrão, me chamou muita atenção. A história sendo contada por uma pessoa de fora (a governanta), também ajuda para dar um toque especial a trama. É uma história que mostra que o amor sobrevive a tudo, mesmo que ambos não tenham ficado juntos em vida, se casaram com outras pessoas, eles nunca deixaram de se amar. A morte não os separou, e sim os uniu no final.



Já fizeram váris versões do livro em filmes, mas a que eu assisti é a de 1992, do diretor Peter Kosminsky, com Juliette Binoche e Ralph Fiennes.

É lógico que não vai ser em 1h42 que as pessoas vão poder captar toda a profundidade da obra, pois é tudo mais corrido e há alterações na adaptação. Porém, é um bom filme. Eu o assisti no dia seguinte que eu terminei de ler o livro, então foi bom pq estava td fresco na minha cabeça e deu p/ eu notar as diferenças entre um e outro.
Os cenáriose a trilha sonora são excelentes, mas eu acho que quem não leu o livro, não vai perceber a Catherine o Heathcliff do mesmo jeito, pois eu achei eles até bonzinhos no filme, sendo que quando eu estava lendo eu pensava "Caramba, os dois são mt f*** da p***". Vou procurar outras versões para comparar com essa, pois eu acho mais válido comparar diferentes versões do mesmo filme, do que comparar um filme com o livro.

****************************

Nesse feriadão, eu aproveitei p/ ver muitos filmes, então vou recomendar 3 dos que eu vi. Só p/ constar, eu assisti "Vida de solteiro" que é legalzinho e "Inimigos Públicos", que como quase 80% dos filmes que o Depp faz, é uma bosta! hahahaha



Sinopse: Em pleno século XVII vive Griet (Scarlett Johansson), uma jovem camponesa holandesa. Devido a dificuldades financeiras, Griet é obrigada a trabalhar na casa de Johannes Vermeer (Colin Firth), um renomado pintor de sua época. Aos poucos Johannes começa a prestar atenção na jovem de apenas 17 anos, fazendo dela sua musa inspiradora para um de seus mais famosos trabalhos: a tela "Girl with a Pearl Earring".

-> Adorei esse filme! Muita gente pode achar paradão e chato, mas eu achei ótimo.
A tensão que há entre o pintor e a criada é notável em vários pontos do filme, mas se fosse numa história qualquer, provavelmente os dois "se atracariam igual a dois animais no cio", mas não aqui. O filme é de uma sutileza e delicadeza que encantam.
Os delicados gestos e os toques entre eles são tão doces que deixam a história muito mais bonita.

Eis o quadro "A moça com brinco de pérola" de Johannes Vermeer (não, não é um pintor fictício):





Sinopse: Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet - Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) - foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

-> MARAVILHOSO! Como não se apaixonar pelo Mr Darcy? As atuações de todo o elenco estão ótimas, as paisagens, as mansões e o figurino também são impecáveis. É um filme gostoso de assistir, é leve, agradável e com uma história muito bonita. Não acho que exista alguém que ao assistí-lo, não se apaixone pela história. Fiquei até com vontade de ler essa grande obra da Jane Austen.




Sinopse: Em virtude da morte do marido, uma viúva e as três filhas passam a enfrentar dificuldades financeiras, pois praticamente toda a herança foi para um filho do primeiro casamento, que ignora a promessa feita no leito de morte de seu pai que ampararia as meias-irmãs. Neste contexto, enquanto uma irmã prática (Emma Thompson), usando a razão como principal forma de conduzir as situações, a outra (Kate Winslet) se mostra emotiva, sem se reprimir nunca com uma sensibilidade a flor da pele.

-> Acho que foi o primeiro filme com a Kate Winslet que eu assisti onde ela não ficou pelada hahahaha (graças a Deus). Não é tão bom quanto "Orgulho e Preconceito", mas é um bom filme também. Só não gostei dos casais, achei que não combinaram nem um pouco, tinha que ter sido invertido...

Bom, essas são minhas sugestões, acho que vale a pena conferir todos eles ;D

Bom fim de semana, meus queridos leitores que eu sei que leem o blog mas que não comentam hahaahha

Bjinss

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Trilogia Millenium



Olá,

ano passado fui apresentada à Trilogia Millenium, trilogia do escritor sueco, já falecido, Stieg Larsson. Os três livros viraram filmes e ontem eu vi o último filme da trilogia, então o post de hoje será falando sobre os filmes e os livros.

Primeiramente, vamos conhecer os principais personagens do 1º livro:

Mikael Blomkvist é um jornalista e co-fundador da revista Millenium, que se dedica principalmente a desmascarar escândalos na alta finança, mas que acabou de ser declarado culpado de um caso de difamação por uma das mais influentes personalidades suecas.

Lisbeth Salander é uma investigadora excepcional e irreverente, com muitos trunfos na manga, que irá juntar forças com Mikael para deslindar o mistério da família Vanger.

Henrik Vanger é um grande empresário na reforma com um passado familiar conturbado que anda obcecado há 40 anos com o desaparecimento da menina dos seus olhos, a sua sobrinha Harriet Vanger. Desapareceu sem deixar testemunhas, qualquer prova, mas Henrik está convencido que foi assassinada. Aproveitando-se da problemática situação em que se encontra Mikael, Henrik pede-lhe para escrever um livro sobre os podres da família Vanger, como desculpa para investigar o desaparecimento de Harriet.

Dragan Armanskij é dono da empresa na qual trabalha Lisbeth, a Milton Security. Ele tem um afeto especial por sua funcionária, e a trata gentilmente.



Os homens que não amavam as mulheres (Título original: Män som hatar kvinnor)

Sinopse do livro: é um enigma a portas fechadas - passa-se na vizinhança de Hedestad, Suécia. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.

Livro: as 100 primeiras páginas do livro chega a ser um pouco chata pois Mikael Blomkvist está focado no caso Wennerström (não lembro como se escreve corretamente, mas é +/- isso ae) que é um escândalo que ele tenta desmascarar que acaba levando-o a prisão e arruina sua credibilidade jornalística. Para se afastar, e como foi contratado para achar Harriet, ele se muda para Hadestad e é quando a história começa a ficar boa. Todo o processo de investigação é bem detalhado, e enquanto você não descobre tudo, simplesmente não tem como desgrudar do livro. A história é interessantíssima e chega a ser surpreendente o final. A única coisa que eu não gostei muito, é que como o início é dedicado ao escândalo financeiro, as últimas 100 páginas é sobre isso também o que o torna meio chato, mas da trilogia, esse é o meu favorito.

Filme: Bem fiel ao livro, e achei muito interessante conhecer o cinema sueco, que provou saber fazer muito bem as adaptações dos livros. A atriz que faz a Lisbeth (Noomi Rapace) a interpretou com perfeição, foi exatamente como eu a havia imaginado.
Michael Nyqvist (Mikael Blomkvist) também interpretou seu papel muito bem, e era mais ou menos como eu o imaginava. O filme fala muito rapidamente sobre o caso Wennerström, o que é ótimo já que o foco é o caso de Harriet Vanger. Vale a pena conferir, mas aconselho a ler o livro primeiro, pois ver o filme primeiro tira a graça de ler o livro já que você sabe tudo que vai acontecer.



A menina que brincava com fogo (Título original: Flickan som lekte med elden)

Principais personagens desse livro, além de Mikael e Lisbeth:

Erika Berger: diretora da revista Millennium.

Malu Eriksson: trabalha na Millennium e ajuda Michael com suas investigações.

Nils Bjurman: tutor de Lisbeth Salander, um advogado corrupto que foi misteriosamente assassinado.

Dag Svensson: um jovem jornalista que antes de ser assassinado preparava um livro denunciando uma rede de tráfico internacional de mulheres, o qual seria publicado pela Millennium.

Mia Bergman: esposa de Dag, escreveu um artigo sobre tráfico de mulheres. Também foi morta.

Jan Bublanski: trabalha na polícia, agora engajado na caça a Lisbeth Salander e na busca de soluções para os crimes.

Sonja Modig: uma competente policial, ajuda Bublanski.

Miriam Wu: amiga de Lisbeth e sua companheira sexual casual.

Paolo Roberto: amigo de Lisbeth, lutador de boxe.

Alexander Zalachenko (Zala): o antagonista da história, é um refugiado da URSS e que comanda um esquema de tráfico de mulheres.

Ronald Niedermann: apelidado de "gigante loiro", trabalha para Zalachenko e não sente dor.

Sinopse do livro: Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados - um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis, e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.

Livro: Eu diria que o primeiro livro é uma apresentação de Mikael e Lisbeth para que o público entenda sua relação nesse livro e no terceiro, já que aqui a história é totalmente diferente. A partir desse volume, o foco do livro passa ser a história de Lisbeth Salander, que é uma garota complicada e com uma vida mais complicada ainda. É interessante descobrir certos aspectos da vida dela para melhor compreendê-la. Ela não é a protagonista convencional (boba, frágil e melosa), ela é uma racker, muito inteligente, vingativa, bissexual e com dificuldades p/ lidar com as pessoas. A dinâmica do livro é rápida, pois tem ação toda hora. Triplo homicídio, ela como suspeita tendo que fugir o tempo todo, os verdadeiros culpados em ação tentando prejudicá-la ainda mais e os jornalistas da revista Millenium fazendo de tudo p/ descobrir a verdade.

Filme: Bem fiel ao livro também. Ver o filme foi como ver tudo que eu havia imaginado ao ler o livro fielmente reproduzido na telinha. É uma pena que os filmes não entraram em cartaz aqui no Brasil.



A rainha do castelo de ar (Título original: Luftslottet som sprängdes)

Os personagens principais são os mesmos do 2º livro.

Sinopse do livro: Mikael Blomkvist está furioso. Furioso com o serviço secreto sueco, que, para proteger um assasino, internou Lisbeth Salander na época com apenas doze anos num hospital psiquiátrico e depois deu um jeito de declará-la incapaz. Furioso com a polícia que agora quer indiciar Lisbeth por uma série de crimes que ela não cometeu. Furioso com a imprensa, que se compromete em pintar a moça como psicopata e lésica satânica. Furioso com a promotoria pública, que pretende pedir que ela seja internada de novo, desta vez ao que parece para sempre.
Enquanto Lisbeth recupera-se num hospital de ferimentos que quase lhe tiraram a vida, Mikael procura conduzir uma investigação paralela que prove a inocência de sua amiga. Mas a jovem não fica parada, e muito mais do que uma chance para defender-se ela quer uma oportunidade para dar o troco. Com a ajuda de Mikael, Lisbeth está muito perto de desmantelar um plano sórdido que durante anos se articulou nos subterrâneos do estado sueco, um complô em cujo centro está o pai dela, um perigoso espião russo que ela já tentou matar. Duas vezes.

Livro: Para mim, é o mais chato da trilogia, pois é o mais longo e o com menos ação.
Não sei se é porque eu li os três livros seguidos, que quando finalmente fui ler o último volume já estava "de saco cheio" e doida p/ saber o final, e enrolava tanto.
Bom, o desfecho da história é o emocionante julgamento da Lisbeth Salander, que para mim foi a melhor parte do livro. O julgamento é bem detalhado, me senti dentro do tribunal acompanhando cada depoimento ao ler essa parte. Pelo final do 2º livro, esse se torna obrigatório para todos saberem o desfecho, logo tem um início e o final bom, mas o meio longo que enche muito linguiça hehehe

Filme: Assim como as outras 2 adaptações, esse filme foi bom também, embora eles tenham pecado em não colocar a Erika Berger como diretora de outra revista (como acontece no livro) e foi quando ela estava lá que estava sendo ameaçada. Isso no filme foi mudado e eles não explicam direito quem a estava ameaçando e porquê. O bom do filme é que todas as quase 700 páginas, é contada em 2horas e 20, logo só é mostrado o essencial do livro, embora eu ache que o julgamento poderia ter sido melhor explorado já que é o ponto alto do livro. O final ficou meio corrido, mas é um filme bom.


Bom, eu recomendo a coleção, pois é bem interessante e é diferente de tudo que vocês já leram. Não fiquem desanimados pela grossura do livro (que mais parece uma bíblia), porque quando o livro é bom, não importa o número de páginas que a gente vai ler com o mesmo afinco. Como umas "pexoinhas felizes" (que amam assassinar o português) diriam: fikdik ;D

Boa semana ;)

Bjss

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Antes e depois de alguns ícones da música II

Olá,

como eu havia prometido no post anterior, o post de hoje será sobre a ação do tempo em mulheres que são/foram ícones do mundo musical. Antes que eu seja linchada, não levem a sério nada que for escrito abaixo porque todas as cantoras praticamente foram zoadas!



Madonna - pop star que pega o Jesus Luz

A like a virgin de 51 anos, que de virgin nunca teve nada (provavelmente só qnd era criança hahaha) e fez tanto sucesso com seu visual muy ousado nunca foi bonita nem sexy (embora ela pense ao contrário). Mas graças a Deus aquele visual horroroso da época passou, e ela se desfez daquela cabelo medonho e adotou um visual, digamos.. menos chocante (embora ter que ver aquele corpo em roupas reveladoras que é osso puro ainda seja uma visão que me atormenta) e há fotos em que ela passa até por uma mulher bonita, como nessa acima que ela está poderosa no palco.
Duas coisas que se ela mudasse faria toda a diferença: podia se tratar da vigorexia (são pessoas que mesmo fortes fisicamente, ao se vizualizarem em espelhos, por exemplo, se sentem fracos,p/ entender do que eu to falando é só ver uma foto do braço dela) e dar um jeito naquele diastema(sabe quando os dentes da frente são separados e cabe uma bala entre eles? Então, isso não é charmoso, é PAVOROSO!).

Mas quem sou eu p/ falar mal da diva do pop que por sinal, eu gosto MT. A mulher sabe fazer música pop de qualidade e embora hoje em dias as músicas estejam repetitivas e chatas, ela sabe fazer um mega espetáculo de deixar qualquer um boquiaberto (vide o DVD do Sticky e Sweet Tour).

Música que eu recomendo: Like a Prayer porque é a minha música preferida dela, mas La isla bonita e outras dessa época não ficam muito p/ trás.




Courtney Love - viúva de Kurt Cobain e líder da banda Hole

A mulher que ficou famosa por ser a mulher do Kurt Cobain e ter pedido a guarda da filha mais vezes que o Fábio Jr já tenha casado, que era (era?) viciada em heroína e é odiada por tantos fãs do Nirvana até que formava um casal bonito (não sei se é o melhor termo, fãs de Nirvana não me crucifiquem!) com o lindo loiro de olhos azuis de cabelo sujo e carinha de atormentado era até bonitinha.

Conforme os anos foram passando, a louca desvairada, agressiva, que já foi e voltou da reabilitação sabe se lá quantas mil vezes, não mudou nada. Continua sem juízo nenhum, e os efeitos da droga em seu organismo são bem visíveis hoje em dia. A líder do Hole de 45 anos, não tem mais o corpinho de 20 e continua saindo com peito de fora por ae como se fosse normal e tivesse corpo p/ isso.


Música que eu recomendo: Celebrity Skin, porque eu confesso não conhecer quase nada do Hole, mas achei essa música legal.



Deborah Harry - Blondie

Tirando o cabelo de vovó maluca, para uma mulher de 64 anos, eu acho que ela está muito bem. Ela tem o mesmo rosto de quando era jovem (pode ser MT maquiagem tbm, mas vi outras fotos e ela parece ser assim mesmo), e ficou uma coroa enxuta hahahaha

Música que eu recomendo: The Tide is High pq é o tipo de música que eu não posso ouvir que começo a cantar junto automaticamente, é tão legalzinha!



Agnetha Åse Fältskog - ABBA

"She is the dancin'queen, old and not sweet only sixty...". A Agnetha quando jovem (quando fazia seus pais sassaricarem ao som de Mamma Mia e Dancin' Queen hahaha) até que era bonita, mas hoje em dia ela está me lembrando MUITO a Melanie Griffith (mulher do Antonio Banderas) e isso definitivamente não é nada bom, pq a Mellanie é horrível; Courtney Love que não se cuide, que vai ficar igual a ela: parecendo dona de bar de beira-estrada (viajei agora). Na minha opinião, a Anni-Frid Lyngstad (a Frida) sempre foi e continua sendo mais bonita que a Agnetha.

Música que eu recomendo: Super Trouper. Como não cantar "Super Trouper Ligths are gonna find me/But I won't feel blue/Like I always do/'Cause somewhere in the crowd
There's you"?



Aretha Franklin

A cantora de 68 anos, que antes tinha um cabelo de capacete parece que se rendeu aos encantos do Mc Donald's e engordou algumas toneladas, quer dizer, quilos. Seu rosto não envelheceu, aliás um comentário (pelo amor de Deu não é preconceito, é só uma observação): negro não envelhece. Sério, reparem que a pele deles não fica tão enrugada como a dos outros, aliás só dá p/ notar alguma ruga quando eles já tem 90 anos ou mais. A pele deles é muito boa! Outra coisa que eu admiro muito, é a voz dos cantores negros, convenhamos que para jazz, soul principalmente, mas nos outros gêneros também, a voz deles é maravilhosa, parece que atinge um timbre que ninguém mais consegue, e Aretha é um grande (literalmente) exemplo disso.

Música que eu recomendo: I say a little prayer que é um dos clássicos dela. Quem não acha um máximo quando todo mundo em "Uma linda mulher" canta essa música no restaurante? É sensacional!



Barbara Streisand de 67 anos, nunca foi bonita embora nessa foto acima possa até parecer. Ela e Peter Townshend estão "pau a pau" no quesito nariz, não sei quem ganha. Essa dupla humilha até o Pinóquio. Atualmente, Barbara me lembra aquelas tias solteiras e maluconas que dão beijo melado e não tem noção nenhuma na hora de se vestir beirando ao tragi-cômico/vulgar.

Mas não é qualquer uma que vende mais de 71 milhões de cds nos EUA e ainda já ganhou DOIS Oscar, mostrando que é muito bem sucedida como cantora e como atriz. Eu ri muito com ela em "Entrando numa fria maior ainda" interpretando a mãe do Ben Stiller...

Música dela que eu recomendo: Woman in love porque a letra é muito bonita =)



Tina Turner

Quando mais nova, Tina tinha uns traços muito bonitos e um sorriso cativante. Hoje eu diria que ela é a Elza Soares americana. Gente, que cabelo é esse de Bon Jovi em início de carreira? E essas roupas? Tá que essas cantoras usam roupas excêntricas até porque faz parte do show business, mas certos vestidos curtos demais numa senhora de 73 anos é um atentado à nossas vistas. Talvez ela tenha ficado assim depois de ter apanhado durante tantos anos de seu ex-marido, e essa seja uma forma de libertação, mas não importa, porque a Rainha do Rock dos anos 80 e a Rainha do Pop dos anos 90 tem uma voz inconfundível e é uma grande cantora (e deve ser uma ótima pessoa, já que nasceu no dia 26/11 hahahaha xD).

Música que eu recomendo: Simply the best porque deve ser simplesmente a melhor já que é a mais acessada do Vagalume hahahaha xD [esqueci o nome de umas músicas dela que eu adoro]



Elza Soares

A múmia de 72 anos (nessa vida), quando jovem (na época da Pangeia) parecia até aquelas negras americanas que aparecem em filmes passados nos anos 50 por causa do cabelo (capacete era moda da época)e da pinta de "don't mess with me, maaaaan" [imagine o Marco Luque imitando uma negra ao falar isso]. Hoje a mulher que foi motivo de muitas noites mal dormidas graças a sua aparição no carnaval com um "esparadrapo" que não cobria aqueles peitos que amamentaram Matusalém (avô de Noé, sim, o da Arca) e que namora um cara com idade para ser tataraneto dela, conseguiu o impossível: está mais feia do que nunca.

Música que eu (não) recomendo: O Meu Guri, porque é a única música dela que eu conheço. Vocês não acharam mesmo que eu ia ouvir mais músicas depois dessa que verdade seja dita, é mt chata!




Marie Fredkrisson - Roxette

Não, não é a Xuxa mais nova, é a moça que canta "I'm spending my time, watching the days goooooooooooooooooo by...". Hoje com 51 anos, ela não está como antes logicamente, mas não vou sacaneá-la porque dá p/ ver nessa foto que ela está abatida e com cara de uma pessoa doente, de fato, porque ela teve câncer cerebral (e essa foto é provavelmente dessa época), mas ela já está curada =)
Porém, ao ver outras fotos dela mais velha e saudável, percebe-se os pés-de-galinha nos cantos dos olhos e acho que ela ficaria muito melhor de cabelo comprido, já que cabelo curto assim parece aquelas professoras de educação física do colégio que apavoram as criancinhas.

Música que eu recomendo - Joyride, porque é uma música animada e é muito boa! Embora as baladas "It must have been love", "Spending my time", "Milk, toast and honey" e Crash! Boom! Bang!" sejam sensacionais também =)



Edith Piaf

Eu desencavei essa, mas é só para trazer um pouquinho de cultura p/ blog. Edith foi uma grande cantora francesa dos anos 40, que viveu por apenas 47 anos.
Quando mais jovem, parecia a Mortícia Adams de cabelo curto e ao envelhecer ficou parecendo aquela vizinha de cabelo curto, discreta e boazinha de meia idade.

Música que eu recomendo - La vie en rose, porque é clássica e linda. Não to falando p/ ninguém baixar toda a discografia dela, mas essa música vale a pena conhecer ;D


Desculpem se eu ofendi algum fã, mas o objetivo do post era apenas entreter e confortar nós, meros e meras mortais mostrando a Elza Soares e o Mick Jagger. Saber que não ficaremos iguais a eles já deve servir de grande conforto haiuahiauhuiah xD

Bom fim de semana ;D

Bjsss

domingo, 11 de abril de 2010

Antes e depois de alguns ícones da música

Olá,

como já passa da meia noite, hoje o Boulevard completa 1 ano! Um ano acrescentando absolutamente nada na vida de ninguém e só postando inutilidades que eu sei que vocês gostam, hehehehe

Gostaria de agradecer aos meus fiéis leitores, que embora muitos não comentem, eu sei que acessam e curtem o blog ;D

Como o nome do post diz, hj eu vou postar o antes e o depois de alguns ícones do cenário do rock 'n roll. Por que esse tema? Bem.. primeiro pq eu AMO rock, e segundo pq eu estava me perguntando se o Mick Jagger já foi jovem um dia e como ele era há séculos atrás hahahaha xD e terceiro, pq é um consolo saber que por mais rico e famoso que vc possa ser, a idade chega p/ tds...

ps: o próximo post será sobre 10 mulheres do mundo musical que sofreram com as ações do tempo tbm, hehehehe

ps2: esse post será sob um ponto de vista, bem fútil, mas não estou aqui p/ questionar o talento de nenhum deles e sim, o que o tempo fez com eles



Jon Bon Jovi

Quem diria que o lindão de 48 anos, que ainda arranca suspiros usando roupas apertadas e peitoral a mostra em todos os shows, já teve esse cabelo de "sua mãe na adolescência"? Bom, essa era a moda do início dos anos 80 e muitas bandas (como Poison também)adotaram esse cabelo escroto compondo aquele visual exagerado que marcou essa década. Convenhamos que mesmo com esse cabelo que mais parecia uma juba de leão, Jon sempre foi bonito e a idade não tirou sua beleza nem sua forte presença de palco.

Música que recomendo - We weren't born to follow, do seu álbum mais recente, The Circle



Axl Rose - Guns N' Roses

O cara que antes era o lindo bad boy que os pais odiariam ver namorando suas filhas, tranformou-se no cara sem noção, com dread, barriga de chope que se não fosse pela fama, acredito que não faria tanto sucesso com a mulherada assim. Também com 48 anos, embora bem piorado com o tempo, William Bruce Bailey continua o mal-educado e polêmica figura do rock, que deixa o público p*** com seus atrasos e o chamam p/ briga ao levar uma garrafada. Ele não é mais o Axl que arranca suspiros de menininhas, mas ainda consegue deixar seu público sem fôlego com suas performances.

Música que eu recomendo - Paradise City, do álbum Appetite for Destruction, porque é simplesmente MT f***!



Morten Harket - A-Ha

Tirando umas ruguinhas, não acho que Morten tenha mudado muito, exceto que ele melhorou e deixou de ter aquela carinha de viado (desculpem a honestidade escrachada haha).

No auge de seus 50 anos, sua voz continua impecável e a mulherada continua histérica em sua presença. Ele é um ótimo exemplo do charme norueguês hehehehe

Música que recomendo: The Bandstand, do albúm Foot of the Mountain, pq é a música de abertura do show e é viciante!



Mick Jagger - The Rolling Stones

Um dos dinossauros (quase que literalmente) do rock já foi jovem! Com 66 anos (que mais parecem 666 xD), Michael Philip Jagger ainda esbanja energia com shows de mais de 2 horas. Não monogâmico convicto, Jagger já teve relações com homens, como David Bowie, com quem foi flagrado na cama por Angela Bowie (mulher de David na época) e engravidou algumas mulheres, incluindo Luciana Gimenez (um ícone de inteligência da TV brasileira).

Música que eu recomendo - Sympathy for the Devil, do álbum Baggar's Banquet, porque depois de Satisfaction é a única que eu tenho saco p/ ouvir (p/s rockeiros de plantão, eu acabei de falar uma heresia, mas não sou fã dos Stones)



Steven Tyler - Aerosmith

O macaco babuíno do rock nunca foi bonito, e a idade só o piorou. Usando cabelos femininos, essa mocréia é uma das figuras que mais me dá medo, mas milagrosamente, teve uma linda filha, Liv Tyler (que puxou a mãe, Bebe Buell).

Mas não importa que Stephen Victor Tallarico, de 62 anos pareça um travesti cheio de plásticas, ele continua sendo O Steven Tyler do Aerosmith, que é uma banda que eu ADORO! Com óculos, em cima do palco e mostrando seu vozerio, a gente até esquece desse detalhe hahahaha

Música que eu recomendo: Janie's got a gun, do álbum Pump (pq Aerosmith é MT mais que Cryin', Crazy, Amazing e I don't wanna miss a thing).



SIR Paul McCartney

Não é porque eu sou uma beatlemaníaca e fã do Wings que eu vou pegar mais leve, com a cara de bulldog/pug mais fofa do rock. Paul nunca foi bonito (assim como convenhamos, nenhum dos Beatles), mas com 67 anos, para mim, ele é o que melhor envelheceu. Seus traços permanecem os mesmos, ele está apenas, evidentemente, mais velho.

Sua performance ao vivo, continua tão perfeita quanto esteve no auge de seus 20 e poucos anos. Ele é um dos raros artistas que com quase 70 anos, consegue fazer um show de quase 2 horas e meia de duração, sem playback e com a voz em perfeitas condições.

MúsicaS que eu recomendo - como é impossível escolher uma só, escolherei uma de cada fase: Com os Beatles - Hey Jude, pq foi o single mais vendido dos Beatles, e não importa quantas vezes eu a ouça, eu sempre fico arrepiada
Anos 70 solo (after Beatles) - Maybe I'm amazed, pq é simplesmente LINDA!
Com os Wings - Band on the run, essa música parece ser 3 em uma, pq ela muda o tempo todo, foi também o álbum de maior sucesso da banda
Anos 90 solo - Flaming Pie, porquetambém foi o 1º álbum a atingir o Top 10 das paradas de sucessos americanas



Billie Joe Armstrong - Green Day

É lógico que o meu queridinho de 38 anos estaria nesse ranking, mas é mais do que apropriado pq ele melhorou MT. Aquele adolescente entrando na fase adulta com cabelo grande e oleoso grudado na cara, deu lugar a um homem maduro, casado e pai de 2 filhos. Billie deixara de ser o maconheiro que cantava sobre temas adolescentes para tornar-se um cara consciente e engajado que fez um álbum criticando a política americana, dando um grande f***-se a América. Antes que alguém fale que ele deixou de ser um maconheiro p/ virar emo, procure saber o que são emos primeiro antes de vir falar besteira. Não importa o que digam, sou fã incondicional dele (como deu p/ perceber).

Música que eu recomendo - uow, impossível escolher uma, então fico com uma balada do 21st century breakdown, por ser o álbum mais recente e por ser uma música que me chamou a atenção assim que eu a ouvi pela analogia que ela faz: Restless heart syndrome



Bono Vox - U2

O coroa enxuto dos óculos maneiros envelheceu bem. Paul David Hewson, que completa 50 anos no mês que vem, continua sendo um irlandês charmoso, afinal não é qualquer um que fica bem com chapéu de cowboy, óculos de mafioso com lente colorida e jaqueta de couro.

Música que eu recomendo - With or Without you do álbum The Joshua Tree, que é uma das músicas mais famosas do U2 e é maravilhosa. Eu não me canso de ouví-la e particularmente, eu acho que essa música valoriza mt a voz excelente que ele tem.



Pete Townshend - The Who

O narigudo mais famoso dos anos 60, parecia o Topogígio, com cabelo de Playmobil.
Hoje com 64 anos, melhorou comparado a como ele era na época do The Who, e hoje me lembra muito o Odilon Wagner (o Mike, comparsa da Yvone em Caminho das Índias).

Música que recomendo - Pinball Wizard, da ópera rock Tommy composta por ele mesmo.



Roger Waters - Pink Floyd

O Richard Gere de olhos claros, hahahaha tá, isso foi um GRANDE exagero, mas Waters melhorou com a idade. Hoje, com 66 anos, está melhor do que aquele menino de cabelo escroto e cara de pateta de antigamente.

Música que recomendo - Another brick on the wall do álbum The Wall, que assim como Time, é uma música obrigatória do Pink Floyd.

Acho que os homens envelhecem melhor do que as mulheres normalmente, pois eles são mais naturais. Uma ruguinha e um cabelo grisalho, neles é charme, na mulher, é desleixo. É até sexista falar isso, mas é verdade. As mulheres no desespero p/ se manterem jovens, recorrem às plásticas e muitas se tornam caricaturas. A idade chega p/ tdoso nós, não tem jeito, a parada é não ter medo de envelhecer e aceitar isso, pois é um estágio da vida que nem todos chegam. O importante é manter a alma jovem, pq o corpo envelhece, apodrece e vira pó, já a alma, nossa essência, é o que permanece e marca a nossa existência na vida de outros (filosofia de botequim isso hahaha).

Boa semana, gente!

Bjsss

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dia do Jornalista II

Olá,

nem estava pensando em postar hoje, porém como hoje é o dia do jornalista, eu me senti na obrigação de fazer um post dedicado a todos que executam e pretendem executar essa profissão futuramente. Ser jornalista não é fácil! Trabalha-se muito, ganha-se uma merreca, há a tal de política editorial (que são os interesses da empresa e isso faz com quem a gnt tenha que engolir muito sapo), nos sentimos desvalorizados com a não obrigatoriedade do diploma(mas não falarei disso novamente) e as vezes temos que comer o pão que o diabo amassou só para conseguir uma matéria que nem sempre entra no jornal, mas essa é a profissão que escolhemos e embora tenhamos que passar por tudo isso (qual profissão não tem suas dificuldades?), vale a pena!

Acho importante falar sobre alguns dos grandes nomes do jornalismo, então p/ quem nunca ouviu falar deles, vai ouvir agora (escolhi-os aleatoriamente):



Assis Chateaubriand, o Chatô - foi o dono do maior conglomerado da imprensa que o Brasil já conheceu. Chegou a ser chamado de "Cidadão Kane brasileiro.
Chateaubriand criou e dirigiu a maior cadeia de imprensa do país, os Diários Associados: 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de televisão, uma agência de notícias, uma revista semanal (O Cruzeiro), uma mensal (A Cigarra), várias revistas infantis e uma editora. Criou a TV Tupi na década de 50. Com o suicídio de Getúlio Vargas, assume a cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras. Trabalhou até o final da vida, mesmo depois de uma trombose ocorrida em 1960, que o deixou paralisado e capaz de comunicar-se apenas por balbucios e por uma máquina de escrever adaptada.



* Samuel Wainer - foi fundador, editor-chefe e diretor do jornal "Última Hora".
Ele era repórter dos Diários Associados (de Chatô) quando entrevistou Getúlio Vargas, e ficou amigo dele. Quando eleito, Vargas garantiu que o Banco do Brasil fornecesse um crédito a ele para a constituição do jornal em condições privilegiadas, então desde sua origem, colocou-se abertamente como órgão pró-Vargas e oficioso.Foi um jornal que introduziu uma série de técnicas bem sucedidas que o tornavam mais atrativo às clsses populares: a seção de cartas dos leitores, o uso de uma editoria específica para tratar de problemas locais dos bairros do Rio de Janeiro. Era, ao mesmo tempo, um jornal conhecido pelo seu corpo de articulistas: Nelson Rodrigues e seus folhetins, a coluna de análise política de Paulo Francis e até mesmo uma coluna do futuro animador de televisão Chacrinha.

Foi o único jornalista brasileiro a cobrir o Julgamento de Nuremberg (processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante o Tribunal Militar Internacional).

Até o Golpe Militar de 1964, Samuel Wainer havia conseguido estruturar um verdadeiro império jornalístico, com várias edições regionais do seu jornal. Após 1964, teve seu património dilapidado pelas perseguições da ditadura e acabou por vender a edição nacional do Última Hora, em 1972. Em 1975, passou a residir em São Paulo, onde morreria, empobrecido, como jornalista assalariado da Folha de S.Paulo.



* John Richard Hersey - durante a 2ª Guerra, cobriu ambas as guerras da Europa (Sicilia) e Ásia (Batalha de Guadalcanal). Seu trabalho mais notável foi "Hiroshima", onde fala sobre os efeitos da bomba atômica e conta a história de seis vítimas do bombardeio. Também escreveu "The Wall" onde dá um gráfico informativo do nascimento, desenvolvimento e destruição do Gueto de Varsóvia, o maior gueto judeu estabelecido pela Alemanha Nazista durante o Holocausto.



* Euclides da Cunha - cobriu a guerra de Canudos na Bahia escreveu "Os Sertões", que o deixou internacionalmente famoso e lhe rendeu a cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras e outra no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em sua obra, ele rompe por completo com suas ideias anteriores e pré-concebidas, segundo as quais o movimento de Canudos seria uma tentativa de restauração da Monarquia, comandada à distância pelos monarquistas. Percebe que se trata de uma sociedade completamente diferente da litorânea. De certa forma, ele descobre o verdadeiro interior do Brasil, que mostrou ser muito diferente da representação usual que dele se tinha.

P/ finalizar, os 3 tipos de jornalista, segundo a Desciclopédia:

* Os puxa-sacos de êxito - São aqueles que bajulam os patrões e conseguem bons empregos, sendo considerandos grande sucesso em sua área, independentemente de seu trabalho ser uma coisa medíocre.

* Os puxa-e-arranca-saco - Gente considerada detestável e que em geral acaba em jornais menores bolando manchetes idiotas voltadas a causar impacto publicitário, como por exemplo "CÉSAR MAIA, O MELHOR PREFEITO DO MUNDO!". Em geral, esta gente ainda consegue manter os empregos, salvo quendo há uma mudança de direção e de diretrizes no Jornal, o que anda mais e mais comum no dia a dia.

* Os não puxa-sacos - Em geral, são aqueles que geralmente largam a faculdade para cursar história e tornarem-se anarquistas radicais. 60% dos estudantes de jornalismo não entenderam o filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, mas 100% deles dizem que entenderam. Outra curiosidade é que são os profisionais (?) que mais cometem erros geográficos: "Direto de Madri, capital da Itália, fala o nosso correspondente..."

É isso...

Bjsss

domingo, 4 de abril de 2010

As mulheres mais cruéis II

Olá,

como foi a Páscoa de vocês? Se entupiram de chocolate?? Quem me conhece sabe que eu sou chocólatra, então hoje eu aproveitei p/ comer mais do que nunca, tem coisa melhor? Só espero não ter um dia de rei amanhã (ficar no trono o dia todo... tá, foi PÉSSIMA essa hahahaha).

Como vocês gostaram do post passado, hoje eu postarei sobre mais mulheres cruéis, então se preparem p/ um post grande e sangrento hehehehe



Agripina, a Jovem (pois sua mãe tinah o msm nome, logo a filha ficou sendo "a jovem" ou "a menor")

Irmã de Calígula, tornou-se imperatriz ao casar-se com seu tio Cláudio (sendo a 4ª esposa, já que a 3ª foi Messalina).
Nero, foi fruto de seu primeiro casamento com Gneu Domício Aenobarbo. Tendo influência sobre seu tio/marido, convenceu-o a adotar Nero como seu filho.
Cláudio(o otário) acede e nomeia o enteado e sobrinho-neto como sucessor, apesar de ter ele próprio um herdeiro, Britânico.

Ela planejou a morte por envenenamento do próprio marido e seu tio, para que Nero assumisse o poder. Nero assumiu o trono e, ironicamente, um dos seus atos foi mandar executar a própria mãe.

Durante algum tempo, Agripina gozou do favor do filho que controlava segundo as suas conveniências. Mas em breve Nero fartou-se da sua companhia e das críticas ásperas que lançava a suas veleidades artísticas. Agripina foi afastada da corte imperial e privada de todos os privilégios cerimoniais (que incluiam, notadamente, uma guarda de corpo de soldados germânicos). Não satisfeito, Nero tentou envenená-la por três vezes, mas, como membro sobrevivente da família imperial, Agripina estava bastante acostumada a tomar antídotos (a velha história que vaso ruim não quebra).

Nero teve a ideia de mandar construir nos aposentos da mãe um tecto especialmente preparado para desabar enquanto ela estivesse a dormir. O plano falhou. Depois, subindo no grau de elaboração, Nero mandou chamar a mãe, em Roma, para vir até a corte, então em vilegiatura em Baiae, sob pretexto de uma reconciliação, e como meio de transporte marítimo enviou uma galera cerimonial. Galera essa que fora apetrechada com um sistema de alavancas que permitia o colapso da cobertura. O plano parecia sem falha e Agripina destinada a morrer esmagada na viagem de retorno sob os destroços do naufrágio. Porém o sistema requeria a acção conjunta dos marinheiros do navio, que não encontraram todos coragem para arriscar a vida no naufrágio iminente. Gerou-se a confusão e o barco acabou por ir ao fundo, porém mais lentamente do que o esperado. Agripina percebeu o que se passava quando uma das suas escravas foi brutalmente assassinada pelas tropas de "resgate" depois de afirmar - pensando que assim se salvaria - ser a imperatriz. Saltando do navio, Agripina nadou para a margem e salvou-se outra vez (dura de matar). Desta feita, Nero viu os seus planos expostos e não lhe restou outra opção que não a de denunciar a mãe ao Senado como conspiradora e mandar um destacamento da guarda pretoriana para matá-la. Conta a lenda que Agripina pediu aos seus carrascos que a esfaqueassem na barriga, em que carregara tão monstruoso filho.

* p/ quem não lembra de Nero, foi ele que incendiou seu palácio e o fogo se alastrou pela cidade toda de Roma *




Myra Hindley

Autora de crimes que chocaram até mesmo os mais antigos investigadores de homicídio, Myra Hindley não estava sozinha, tinha em Ian Brady mais que um companheiro, na verdade ele era um mentor e cúmplice em suas atrocidades.

Na pantanosa Hattersley, uma cidade da Inglaterra, em 1960, Hindley, então com 23 anos, e Brady, com 28, moravam na casa da avó dela e passavam despercebidos pela maioria dos vizinhos, que não os conheciam nem podiam imaginar todo o horror que a dupla era capaz de provocar.

Enquanto torturavam e assassinavam, os dois ainda tinham o sádico prazer de gravar os gritos das vítimas e fazer fotos pornográficas, que comprovavam o abuso sexual.
Tudo corria bem para os dois, até o momento em que decidiram recrutar mais um agente para seus crimes. O escolhido foi David Smith, cunhado de Hindley, com um passado de violência e alcoolismo parecia perfeito para acompanhá-los. O casal achou que uma demonstração de seus atos seria o suficiente para convencer Smith, dessa forma convidaram-no para assistir Brady matar um garoto de 17 anos a machadadas (foram 14 ao todo), ao final das quais o assassino estrangulou a vítima, durante todo o tempo fazendo piadas. Smith ajudou Brady e Hindley a limpar tudo e preparar o corpo para o enterro, mas, na manhã seguinte, foi com sua esposa a uma delegacia e denunciou os dois.

Apesar de negarem os onze assassinatos dos quais eram suspeitos, um de seu hábitos acabou por denunciá-los: uma foto de Hindley no pântano, olhando para um buraco cheio de entulho, deu aos investigadores a dica de onde começar a procurar por corpos. No local indicado pela foto foi encontrado o corpo de um menino de 12 anos, John Kilbride. As buscas encontraram mais corpos e talvez a vítima de maior impacto: Leslie Downey, 10 anos, desaparecida há dez meses, havia sido fotografada em posições pornográficas enquanto sofria abusos sexuais. Ela também foi torturada, tendo sido encontrada uma fita na qual foram gravados seus gritos nos últimos momentos de vida.

Myra e Ian eram extremamente frios e nunca demonstraram remorso pelo que tinham feito. Pelo contrário. Meses após assassinarem sua primeira vítima, Pauline Reade, de 16 anos, Myra continuava cumprimentando sua mãe quando passava por ela. Seu corpo, aliás, foi encontrado quase duas décadas depois, com a garganta cortada.

Os dois foram condenados a prisão perpétua e Myra afirmava que só participou dos crimes porque Ian abusava dela, além de ameaçar matar sua família.
Myra morreu na cadeia, aos 60 anos, depois de tentar, sem sucesso, o direito à condicional.



Aileen Carol Wuornos (essa foto não está igual a daquelas mulheres que participam do 10 anos + jovem?)

Foi uma prostituta considerada, errôneamente, a primeira mulher assassina em série da américa. Sua mãe a abandonou junto com o irmão Keith, que foram adotados pelos avós. Seu pai, tirano e psicopata, foi preso, em 1969, onde se suicidou. Sua face é marcada de cicatrizes que vêm de comportamentos automutilantes durante a infância. Engravidou do próprio irmão e aos quatorze anos foi internada em um centro para as mães que entregam seus filhos para adoção.

Passou a freqüentar ambientes lésbicos e namorou com Tyra Moore, com quem permaneceu por 4 anos, em que se sustentaram com uma renda apertada conseguida com a prostituição de Aileen e outros crimes. A cumplicidade de ambas as conduziu para o vandalismo, a violência e o ódio. Um ano depois sua conduta ficou absurdamente incontrolável, levando continuamente uma arma na bolsa. Convenceu sua amante que deveria vingar-se dos homens por tudo o que eles tinham feito com elas por toda a vida e começou a matança.

Sua primeira vítima foi Richard Nallory, um eletricista de 51 anos encontrado no dia 13 de dezembro de 1989 perto de Daytona Beach com três tiros de bala. Aileen o matou após ter sido, por ele, espancada, estuprada e ameaçada de morte. Ao que tudo indica, sua primeira vítima foi feita em legítima defesa. Seis meses depois outro homem foi morto com seis tiros, e sem identificação. Matou ao menos seis homens. Aileen foi encontrada junto com sua companheira através de denúncias. Confessou os seis assassinatos e depois de um longo julgamento e um exame psiquiátrico, foi condenada a morte e executada, por ordem de Jeb Bush, por meio de injeção letal no dia 9 de Outubro de 2002. Na prisão, Aileen foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, uma doença mental causada por longa exposição a traumas e que faz seus portadores cometerem esforços frenéticos para se evitar um abandono, além de serem bastante impulsivos.




Mary Ann Cotton

Foi uma serial killer inglesa que matou 21 pessoas por envenenamento por arsênico.

Com 20 anos, casou-se com William Mowbray e tiveram 5 filhos, 4 dos quais morreram de febre gástrica ou dores de estômago. Mudaram-se para o Nordeste onde tiveram mais 3 filhos, que morreram também. William morreu de uma doença intestinal em 1865. Com sua morte, Mary Ann recebeu um pagamento de 35 libras, porque William era assegurado pelo "British and Prudential Insurance".

Após a morte dele, ela mudou-se para Seaham Harbour, envolvendo-se com Nattrass Joseph, que por sua vez estava envolvido com outra mulher. Durante esse período, sua filha de 3 anos e meio morreu, deixando-a com 1 filho de 9 que ela havia tido.

Ela trabalhou como enfermeira e enviou sua única filha, para viver com sua mãe (avó da menina).Um de seus pacientes na enfermaria, era George Ward, que veio a se tornar seu segundo marido. George continuou sofrendo de problemas de saúde, mas morreu depois de uma longa doença caracterizada por paralisia e problemas intestinais. O atendimento médico mais tarde, evidenciou que embora Ward estivesse muito doente, era uma surpresa que ele tivesse morrido tão de repente.
Mais uma vez, Mary Ann recebeu dinheiro do seguro com a morte do marido.

Posteriormente, foi contratada por James Robinson, que era viúvo. Logo depois, o filho de James morreu de febre gástrica e ele foi procurar conforto em sua governanta, engravidando-a.

Pouco tempo depois, sua mãe ficou doente e ela foi visitá-la. Embora sua mãe estivesse começando a melhorar, começou a se queixar de dores no estômago e morreu 9 dias depois da chegada da filha.

Sua filha (que estava morando com a avó) foi morar com ela, mas logo começou a sentir dores no estômago e morreu. Mary Ann ainda teve mais 3 filhos com James e todos morreram.

James começou a suspeitar da insistência de Mary Ann para que ele fizesse um seguro de vida. Ele descobriu que ela tinha uma dívida de 60 libras e que havia roubado mais de 50 libras as quais ela deveria ter depositado. A gota d'água foi quando ele descobriu que ela forçava seus filhos a penhoarem bens de valor para ela. Ele a despejou.

Desesperada, casou-se com um irmão de sua amiga Margaret: Frederick, viúvo que havi perdido 2 de seus 4 filhos. Margaret havia sido uma mãe p/s filhos do irmão, porém acabou morrendo com dores de estômago. Mary Ann logo consolou Frederick e engravidou de seu 11º filho, Robert. Voltou a envolver-se com seu antigo amante Nattrass Joseph. Frederick morreu de "Febre Gástrica" e o seguro dele e de seus filhos haviam sido retirados.

Ela voltou a trabalhar como enfermeira de um oficial que se recuperava de varíola, John Quick-Manning e dele, teve seu 12º filho. Frederick Jr e Robert morreram, e logo depois Nattrass se foi também devido à febre gástrica.

Charles Edward (o último sobrevivente, filho de Frederick) estava a caminho e ela queria mandá-lo para um reformatório, e mais tarde ele morreu. Depois de sua morte, sua primeira ligação foi para o seguro e soube que nenhum dinheiro seria pago até que uma certidão de óbito fosse emitida. Um inquérito foi feito e chegou-se a conclusão que foi uma morte de causas naturais.

Os jornais locais puxaram a história de Mary Ann e descobriu que ela havia perdido 3 maridos, 1 amante, 1 amiga, sua mãe e 12 filhos, todos com febres gástricas.

O médico de Charles achou arsênico no corpo de Edward e a condenou por seu assassinato. Ela foi julgada e enforcada em 1873.



Erzsébet Bathory


Foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".

Vaidosa e bela, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nadasdy aos onze anos de idade, passando a viver, no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Erzsébet assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.

À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; o nível de crueldade de Erzsébet era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.

O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.

O conde Nadasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados. Após a morte de seu marido, a companheira de Erzsébet no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.

Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos.



Katherine Knight

Foi a primeira a mulher a pegar prisão perpétua sem liberdade condicional.

Ela tem um histórico de ser uma pessoa violenta, como por exemplo, ela tentou estragular David Kellet, em sua noite de núpcias porque ele havia dormido depois de ter transado 3 vezes. Tiveram um casamento violento e logo após o nascimento de sua filha, Melissa Ann, Keller a deixou. Em resposta, Katherine colocou a filha de 2 meses em uma linha ferroviária pouco antes da locomotiva chegar, em seguida pegou um machado e ameaçou matar várias pessoas. Um homem resgatou a menina, e Knight foi presa e levada ao hospital, onde foi diagnosticada com depressão pós-parto e foi liberada. Poucos dias depois, ela cortou o rosto de uma mulher a obrigou a levar até onde Kellet estava. A mulher escapou quando parou numa estação de serviço; quando a polícia chegou, Katherine já ameaçava tinha pego um garoto como refém e o ameaçava com uma faca.

Mais tarde, ela conheceu David Saunders e foi morar com ele, por ciúmes ela cortou a garganta do filhote de cachorro de 2 meses na frente dele como um exemplo do que aconteceria se um dia ele tivesse um caso, isso foi antes dela deixá-lo inconsciente com uma tacada de frigideira na cabeça. Ela chegou a decorar a casa toda com peles de animais, crânios, armadilhas p/ animais, botas velhas, etc.

Mas vamos ao caso que rendeu a ela a prisão perpétua onde John Price foi a vítima. John a expulsou de sua casa e pediu uma ordem de restrição p/ q ela ficasse longe dele e de seus filhos. Naquela tarde, ele disse a seus colegas de trabalho que se não fosse trabalhar no dia seguinte, era porque ela o tinha matado. Ele chegou em casa e viu que ela havia mandado as crianças p/ dormir na casa de um amigo. Ele ficou com os vizinhos até as 23h. Knight chegou quando ele estava dormindo e ficou vendo TV. Logo depois ela o acordou, eles transaram e log depois ele dormiu.

Às 6 da manhã, o vizinho ficou preocupado, pois o carro de Price ainda estava na rua. Preocupados, os vizinhos tentaram bater na janela do quarto de Price, mas depois de perceberem sangue na porta da frente, chamaram a polícia. Acharam o corpo que havia sido esfaqueado com uma faca de açougueiro e junto dela, ela estava em coma por ter tomado muitas pílulas. Horas depois dele ter morrido, ela o decapitou e cozinhou partes de seu corpo, servindo-seda carne com batata cozida , abóbora, abobrinha, repolho, abóbora e molho e botou a mesa, ao lado de cada prato estava o nome dos filhos de Price, pois ela serviria a "refeição" a eles.



Beverley Gail Allitt

Conhecida como "Anjo da morte", foi condenada por matar quatro crianças e ferir cinco, no hospital Grantham e Kesteven, onde trabalhava. Seu principal método de assassinato era injetar insulina ou potássio, para causar ataque cardíaco. Quando não conseguia as injeções, costumava sufocar as crianças. Suas ações nunca foram explicadas, mas acredita-se que ela sofria da Síndrome de Munchausen, doença compulsiva em que o paciente causa, provoca ou simula sintomas de doenças só para obter cuidados e atenções médicas.



Isabel I de Castela

Ex-rainha da Espanha, ordenou que o país aderisse a uma inquisição que começaria a limpar o país religiosamente. Em 1492, o Decreto de Alhambra instituiu que nenhum judeu ou islâmico poderia residir no país. Muitos foram embora, mas os que não tinham condições, tiveram que se converter ao catolicismo.




Mary I Tudor

Foi a primeira a governar a Inglaterra e era contra o anglicanismo. Ela queria retornar com o catolicismo romano como religião oficial no país, mas contou com algumas dificuldades. Por ter criado direitos aduaneiros, reduzido impostos e criticado duramente os empregadores burgueses que davam salários baixos a seus empregados, Mary ganhou vários inimigos. Desesperada e não conseguindo ditar ordens, ela deu ordens para que vários líderes protestantes fossem executados.



Belle Gunness

Suspeita-se que ela matou os maridos que teve e todos os seus filhos. Porém, ela é mais conhecida por ter matado todos os seus namorados e duas de suas filhas, Myrtle e Lucy. Tudo indica que grande parte das mortes eram ligadas a interesses financeiros, como benefícios de seguro por morte e afins. Há suspeitas que ela tenha matado mais de 40 pessoas no decorrer de décadas.



Irma Ida Ilse Grese

Foi empregada no campo de concentração nazista de Ravensbrück , Auschwitz , e foi uma guardiã das mulheres. Estava entre as 44 pessoas acusadas de crimes de guerra no Trial Belsen.

Sobreviventes prestaram depoimentos detalhados de assassinatos, torturas, crueldades e excessos sexuais em que Grese estava envolvida durante os anos em Auschwitz e Bergen-Belsen.

Eles testemunharam atos de sadismo, espancamentos, tiroteios arbitrários nos prisioneiros, ataques brutais aos prisioneiros por parte de seus cães treinados e alegadamente meio mortos de fome, e à sua seleção de presos para as câmaras de gás.
Depois de um julgamento de 53 dias, Grese foi condenada à forca.

Testemunhas afirmaram que ela usou tanto métodos físicos como emocionai para torturar prisioneiros do campo e gostava de atirar nos prisioneiros a sangue frio. Eles também alegaram que ela espancou algumas mulheres até a morte e outras foram chicoteadas com um chicote trançado.

Se você leu até aqui, Parabéns! Porque tem que ter estômago e saco p/ ler esse mega post. Vou ver se faço o próximo mais leve p/ compensar esse hehehehe

Boa semana!

Bjsss